Coronéis de barrancos:
A expressão coronel de barranco é de um homem poderoso, típico dono dos meios de produção da borracha.
Cuja imagem clássica do seringalista, um homem rude e inculto sempre trajado com seu terno de linho branco tecido de seda, chapéu de palha e tragava charuto caríssimo e importado e sempre utilizava uma bengala e relógio de algibeira (relógio de bolso).
Prestigiado apenas pelo seu poderio econômico o coronel dividia seu tempo entre o barracão e as viagens em épocas de safras e as delícias das comidas e bebidas, torrando todo seu dinheiro nos cabarés nas metrópoles amazônicas entre Belém a Manaus.
Enquanto o patrão se deliciava de suas viagens, os capangas e jagunços tomavam conta do barracão com o uso da força que controlavam os arigós nas denominadas colocações evitando fugas e calotes, mesmo gozando dos certos prestígios.
O seringalista ficava endividado com o sistema de endividamento da economia gomifera. Muitos dos seringalistas fugiam desse padrão possuíam escolaridade e adquirindo comportamento requintado através das viagens que sempre faziam e quase a maioria deles não possuíam o seu capital e dependiam do financiamento de mercadorias das casas aviadoras para obter lucros num negócio tão instável, lançavam mão da sobretaxa nos preços das mercadorias que repassavam aos seringueiros ou seja, a borracha era um péssimo negócio com os altos preços das mercadorias e muitos dos seringueiros eram sempre enganados pelo patrão.
O lucro que obtinham dessa sobretaxa era investido na compra de residências nas capitais como Belém ou Manaus e investiam para fazer tratamento de saúde e escolaridade dos filhos.
Em sua tradicional live das quintas-feiras, o presidente Jair Bolsonaro decidiu ironizar governadores. Alvo de críticas por causa do aumento do preços dos combustíveis, Bolsonaro explicou que a alta se dá, sobretudo, por causa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cuja taxa é definida por cada governador. Por causa disso, o presidente “desafiou” os governadores a abrirem mão do imposto e também explicou como funciona a logística que encarece o produto. – O imposto federal é R$ 0,74, mas, no fim da linha, chega a quase R$ 7. Aí tem o frete, a margem de lucro dos postos e o grande mistério que é o ICMS, um percentual que os governadores cobram em cima do preço final da bomba. E não na origem – afirmou. Bolsonaro disse que a mesma lógica se aplica ao gás de cozinha, que também tem prejudicado o bolso do consumidor. – A mesma coisa tenho falado do gás de cozinha. Arredondando pra cima, um botijão custa R$ 50. Na ponta da linha, está chegando a R$ 130. Eu zerei os im...




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