O ator e secretário de Cultura do governo Bolsonaro sofreu problema idêntico em dezembro do ano passado
O Secretário Especial da Cultura, Mario Frias, deu entrada num hospital em Brasília nesta quarta à tarde, com suspeita de princípio de infarto e angina aguda, que é o estreitamento das artérias que conduzem sangue ao coração.
A informação foi publicada no Twitter da Secretaria Especial da Cultura. Uma atualização do boletim médico está prevista para esta quinta (13), de acordo com a pasta.
André Porciuncula, o secretário federal de fomento às artes, afirmou em seu Twitter que Frias está bem e que fará um cateterismo para descartar lesões. "Guerreiro forte cai em pé!!!", postou.
A mulher de Frias, Juliana, agradeceu aos pensamentos positivos dedicados ao secretário.
Este é o segundo princípio de infarto que Frias, de 49 anos, tem desde dezembro –o anterior foi no dia 11 daquele mês, e ele também passou por cateterismo depois de ser levado às pressas para o hospital. O servidor ficou três dias internado e colocou dois stents.
Frias tem uma viagem prevista entre 18 e 24 de maio para participar da abertura da exposição do pavilhão brasileiro na 17ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza, na Itália.
Na semana passada, ele e Porcincula participaram de uma live sobre projetos culturais de artistas cristãos, ocasião em que Frias disse que "o governo federal não tem obrigação de bancar marmanjo" com o dinheiro público obtido pelo mecanismo.
(Do Portal O Tempo)
Em sua tradicional live das quintas-feiras, o presidente Jair Bolsonaro decidiu ironizar governadores. Alvo de críticas por causa do aumento do preços dos combustíveis, Bolsonaro explicou que a alta se dá, sobretudo, por causa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cuja taxa é definida por cada governador. Por causa disso, o presidente “desafiou” os governadores a abrirem mão do imposto e também explicou como funciona a logística que encarece o produto. – O imposto federal é R$ 0,74, mas, no fim da linha, chega a quase R$ 7. Aí tem o frete, a margem de lucro dos postos e o grande mistério que é o ICMS, um percentual que os governadores cobram em cima do preço final da bomba. E não na origem – afirmou. Bolsonaro disse que a mesma lógica se aplica ao gás de cozinha, que também tem prejudicado o bolso do consumidor. – A mesma coisa tenho falado do gás de cozinha. Arredondando pra cima, um botijão custa R$ 50. Na ponta da linha, está chegando a R$ 130. Eu zerei os im...

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