A partir de hoje, mais de 16 milhões de micro e pequenas empresas e de microempreendedores individuais (MEI) poderão usar o Pix, plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC), para recolher os tributos do Simples Nacional, regime especial para os negócios de menor porte que unifica o pagamento de tributos federais, estaduais e municipais.
Com a nova tecnologia, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) terá um código QR (versão avançada do código de barras). Basta o contribuinte abrir o aplicativo da instituição financeira, escolher a função Pix e fotografar o código com a câmera do celular para fazer o pagamento.
A solução tecnológica foi desenvolvida pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que implementou melhorias no Portal do Simples Nacional para inserir o Código QR na emissão das DAS.
O Pix também está disponível para os contribuintes que renegociaram débitos com o Simples Nacional. Segundo o Serpro, a novidade facilita o pagamento das parcelas a qualquer hora e qualquer dia da semana, em qualquer banco que ofereça a ferramenta.
Atualmente, segundo a Receita Federal, existem 5 milhões de micro e pequenas empresas e 11 milhões de MEI inscritos no Simples Nacional. O regime especial existe desde 2006 e unifica, numa guia única, o recolhimento de sete tributos federais, mais o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelos estados, e o Imposto sobre Serviços (ISS), administrado pelos municípios.
A extensão do Pix ao Simples Nacional vinha sendo prometida pela Receita Federal e pelo Banco Central desde o fim do ano passado. Em dezembro, o novo sistema de pagamentos foi incorporado ao pagamento de alguns tributos e obrigações por empresas de médio e grande porte.
Portal Agência Brasil
Em sua tradicional live das quintas-feiras, o presidente Jair Bolsonaro decidiu ironizar governadores. Alvo de críticas por causa do aumento do preços dos combustíveis, Bolsonaro explicou que a alta se dá, sobretudo, por causa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cuja taxa é definida por cada governador. Por causa disso, o presidente “desafiou” os governadores a abrirem mão do imposto e também explicou como funciona a logística que encarece o produto. – O imposto federal é R$ 0,74, mas, no fim da linha, chega a quase R$ 7. Aí tem o frete, a margem de lucro dos postos e o grande mistério que é o ICMS, um percentual que os governadores cobram em cima do preço final da bomba. E não na origem – afirmou. Bolsonaro disse que a mesma lógica se aplica ao gás de cozinha, que também tem prejudicado o bolso do consumidor. – A mesma coisa tenho falado do gás de cozinha. Arredondando pra cima, um botijão custa R$ 50. Na ponta da linha, está chegando a R$ 130. Eu zerei os im...

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